Com palestras, oficinas, exposição, feira de equipamentos e materiais, ciclo de cinema e roteiros de viagem, o XIII Congresso da Abracor - Congresso Internacional da Associação Brasileira de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais é mais do que uma oportunidade para debates sobre a atividade e seus profissionais. A programação, de 13 a 17 de abril, convida a comunidade para uma reflexão sobre a importância da preservação de bens artísticos e culturais. Sob o tema Preservação do Patrimônio Cultural - Ética e Responsabilidade Social, o congresso se realiza em Porto Alegre com a participação de especialistas de países como Brasil, França, Espanha e Alemanha.
O evento se realiza com o apoio da Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais do Rio Grande do Sul (Acor-RS). O Centro Histórico da Ufrgs, que está recuperando seus prédios históricos com a colaboração da comunidade e das empresas, entra nessa parceria e acolhe o evento, abrindo as portas para sediar o encontro de profissionais engajados na preservação.
Segurança de museus e acervos culturais, políticas de conservação, formação profissional, arquitetura, conservação e restauração na arqueologia subaquática e terrestre, pintura de cavalete, escultura policromada e documentos são algumas das mesas programadas. Além destes temas, a regulamentação da profissão de conservador-restaurador de bens culturais móveis e integrados no Brasil é uma das questões a serem discutidas durante o evento.
Fonte: GIFE
segunda-feira, 6 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Pestana Bahia Lodge inaugura em Salvador
A primeira unidade “residence” do grupo Pestana no Brasil, foi inaugurada esta terça-feira, 31 de Março, em Salvador, o Pestana Bahia Lodge, que contou com um investimento de 28 milhões de reais.
Na festa de inauguração estiveram presentes Dionísio Pestana, presidente do grupo, Luigi Valle; vice-presidente, José Roquette, administrador para a Área de Desenvolvimento e Roberto Rotter, director-presidente do Comité Executivo de Gestão do Grupo Pestana para América do Sul, além do governador da Bahia, Jacques Wagner, e outras autoridades brasileiras.
Até ao momento, o Pestana Bahia Lodge, adjacente ao Pestana Bahia, em Salvador, já vendeu 30% das unidades.
Fonte: PressTur
Na festa de inauguração estiveram presentes Dionísio Pestana, presidente do grupo, Luigi Valle; vice-presidente, José Roquette, administrador para a Área de Desenvolvimento e Roberto Rotter, director-presidente do Comité Executivo de Gestão do Grupo Pestana para América do Sul, além do governador da Bahia, Jacques Wagner, e outras autoridades brasileiras.
Até ao momento, o Pestana Bahia Lodge, adjacente ao Pestana Bahia, em Salvador, já vendeu 30% das unidades.
Fonte: PressTur
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Pontes Hoteis lança cartão premiado
Visando incrementar o programa de fidelidade Premium Club, bonificar hóspedes e clientes fiéis e, ainda presentear novos cadastrados, Pontes Hotéis & Resorts lança a ação Cartão Premiado. Elaborada pelo departamento de Marketing da rede hoteleira, a campanha terá início em abril de 2009. Segundo o gerente de Vendas & Marketing, Sérgio Paraíso, a maior intenção da novidade é fidelizar ainda mais os clientes e proporcionar saldo suficiente para a troca em benefícios e brindes.
A ação funciona da seguinte forma: os clientes e hóspedes são incentivados a deixar o seu cartão de visita em uma urna promocional facilmente identificada na recepção dos hotéis. "Quem já é cliente Premium Club, terá a possibilidade de incrementar a sua conta com 1.000 pontos extras, quem ainda não fizer parte do mundo de vantagens, pode se cadastrar no site (www.premiumclub.com.br) e ganhar 500 pontos a mais no seu saldo automaticamente", explica Paraíso.
A ação funciona da seguinte forma: os clientes e hóspedes são incentivados a deixar o seu cartão de visita em uma urna promocional facilmente identificada na recepção dos hotéis. "Quem já é cliente Premium Club, terá a possibilidade de incrementar a sua conta com 1.000 pontos extras, quem ainda não fizer parte do mundo de vantagens, pode se cadastrar no site (www.premiumclub.com.br) e ganhar 500 pontos a mais no seu saldo automaticamente", explica Paraíso.
VisitBritain lança guia turistico para celulares
A VisitBritain lançou uma plataforma tecnológica gratuita que permite aos turistas aceder através dos telemóveis a vários conteúdos turísticos do Reino Unido, tais como mapas das cidades, do metro, informações sobre atracções turísticas, eventos, restaurantes, hotéis, meteorologia, entre outros.A aplicação móvel chama-se mobiExplore UK, e o download pode ser efectuado gratuitamente através do website: visitbritain.com/mobile. A propósito Justin Reid, responsável do marketing online da VisitBritain comentou que o lançamento desta nova ferramenta de promoção visa atrair cada vez mais utilizadores da Internet motivando-os a descobrir o Reino Unido, e também a regressar ao destino, fornecendo-lhes um serviço turístico simples, prático e útil. Enquanto isso acontece lá, aqui erramos ao fazer material promocional em folders. Coisas de Ilhéus.
Orçamento do MTur cai em 86,39 %
O Diario Oficial da União anunciou o corte de 86,39 % no Ministério de Turismo. Orçamento pasa de 2,98 Bilhões para 405,7 milhões. E assim avança o Turismo.
E assim falou Mielke
Abraquiocefalia turística tem cura mexa-se!!
A cada ano que passa mais um curso de graduação em turismo fecha ou padece de uma doença que se alastra pelos corredores e mentes daqueles que assistem inertes ao fato de que estamos formando muito mal os nossos jovens. A abraquiocefalia tem cura!
Desde que ensino turismo, e isso faz quase 10 anos, percebo que o número de faculdades, bem como a procura por esta profissão decresce a cada ano e as conseqüências estão ai. Mesmo tendo a geografia a nosso favor e sermos detentores de mais de metade do território, não conseguimos nem decolar como referência na atividade Latino Americana e como também não melhoramos significativamente a qualidade dos serviços turísticos prestados a quem visita uma cidade ou região a procura de experiências, emoções...
Talvez todas as expectativas criadas no final da década passada em torno d turismo com uma atividade indutora de desenvolvimento estão caindo por terra. E eu tenho um pensamento sobre o assunto que gostaria de dividir com todos.
A prática da atividade turística é algo complexo. Para o seu entendimento demanda uma vasta gama de conhecimentos nas áreas da economia, geografia, história, administração, cooperação e psicologia, para citar algumas. Até ai tudo bem, pois as faculdades normalmente têm este tipo de profissional. Ou seja, não difícil achar um professor de economia para ensinar micro ou macroeconomia. É, mas o problema está justamente aí. O que é difícil e está em falta hoje é achar professores que realmente entendam de turismo trabalhando no dia a dia da atividade e que possuam formação necessária à formação de profissionais que respondam a altura das necessidades do país.
Numa república de 180 milhões de habitantes há muito poucos doutores em turismo e destes nem todos exercem a “doutoragem”, pois filosofar é importante, mas não suficiente. Faltam mais discussão e massa cinzenta para dar suporte ao planejamento da atividade turística neste país. Não passamos de meia centena para ser otimista. E não há programas de doutorado no Brasil. Há, porém muitos doutores que tem a graduação em turismo e obtiveram a titulação em áreas afins. Mas também precisamos de mais, pois quando estes estavam na graduação tiveram aulas com professores que não estudaram turismo e assim se foi e continua indo. Não tiveram e não tem referência acadêmica suficiente. Nos livros e até nas dissertações de turismo disponíveis, poucos são os estudos de caso de sucesso que podem ser utilizado como base de trabalho. Em outras palavras, a formação foi e está sendo incompleta e os resultados estão aparecendo. Cursos fechando e os que estão abertos o fazem com cada vez menos alunos. Os turismólogos estão saindo para trabalhar em agências de viagens ou na recepção de hotéis com salários não muito motivadores nem para eles e muito menos para os que sabem disso.
Na grande maioria estamos formando alunos que não estão sendo capazes de organizar a atividade turística de forma equilibrada em um município. E se em todos estes anos (principalmente entre 2000-2003) não foi possível demonstrar a sociedade que o turismo merece maior reconhecimento...tenho medo que o bonde tenha passado. Precisamos de mais mestres e doutores de atuação prática, valendo ressaltar que os muros da academia não devem ser câmaras ocultas e inacessíveis. Precisamos de investimento em educação turística de referência senão nunca encontraremos antídoto para esta doença que nos amarga a cada anuário da OMT.
Artigo de Eduardo Mielke, Doutor em Turismo e amigo nas horas vagas.
A cada ano que passa mais um curso de graduação em turismo fecha ou padece de uma doença que se alastra pelos corredores e mentes daqueles que assistem inertes ao fato de que estamos formando muito mal os nossos jovens. A abraquiocefalia tem cura!
Desde que ensino turismo, e isso faz quase 10 anos, percebo que o número de faculdades, bem como a procura por esta profissão decresce a cada ano e as conseqüências estão ai. Mesmo tendo a geografia a nosso favor e sermos detentores de mais de metade do território, não conseguimos nem decolar como referência na atividade Latino Americana e como também não melhoramos significativamente a qualidade dos serviços turísticos prestados a quem visita uma cidade ou região a procura de experiências, emoções...
Talvez todas as expectativas criadas no final da década passada em torno d turismo com uma atividade indutora de desenvolvimento estão caindo por terra. E eu tenho um pensamento sobre o assunto que gostaria de dividir com todos.
A prática da atividade turística é algo complexo. Para o seu entendimento demanda uma vasta gama de conhecimentos nas áreas da economia, geografia, história, administração, cooperação e psicologia, para citar algumas. Até ai tudo bem, pois as faculdades normalmente têm este tipo de profissional. Ou seja, não difícil achar um professor de economia para ensinar micro ou macroeconomia. É, mas o problema está justamente aí. O que é difícil e está em falta hoje é achar professores que realmente entendam de turismo trabalhando no dia a dia da atividade e que possuam formação necessária à formação de profissionais que respondam a altura das necessidades do país.
Numa república de 180 milhões de habitantes há muito poucos doutores em turismo e destes nem todos exercem a “doutoragem”, pois filosofar é importante, mas não suficiente. Faltam mais discussão e massa cinzenta para dar suporte ao planejamento da atividade turística neste país. Não passamos de meia centena para ser otimista. E não há programas de doutorado no Brasil. Há, porém muitos doutores que tem a graduação em turismo e obtiveram a titulação em áreas afins. Mas também precisamos de mais, pois quando estes estavam na graduação tiveram aulas com professores que não estudaram turismo e assim se foi e continua indo. Não tiveram e não tem referência acadêmica suficiente. Nos livros e até nas dissertações de turismo disponíveis, poucos são os estudos de caso de sucesso que podem ser utilizado como base de trabalho. Em outras palavras, a formação foi e está sendo incompleta e os resultados estão aparecendo. Cursos fechando e os que estão abertos o fazem com cada vez menos alunos. Os turismólogos estão saindo para trabalhar em agências de viagens ou na recepção de hotéis com salários não muito motivadores nem para eles e muito menos para os que sabem disso.
Na grande maioria estamos formando alunos que não estão sendo capazes de organizar a atividade turística de forma equilibrada em um município. E se em todos estes anos (principalmente entre 2000-2003) não foi possível demonstrar a sociedade que o turismo merece maior reconhecimento...tenho medo que o bonde tenha passado. Precisamos de mais mestres e doutores de atuação prática, valendo ressaltar que os muros da academia não devem ser câmaras ocultas e inacessíveis. Precisamos de investimento em educação turística de referência senão nunca encontraremos antídoto para esta doença que nos amarga a cada anuário da OMT.
Artigo de Eduardo Mielke, Doutor em Turismo e amigo nas horas vagas.
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