A low cost brasileira GOL teve em Agosto um crescimento em 29% do tráfego de passageiros (em RPK = passageiros x quilómetros) no mercado doméstico brasileiro e melhorou a taxa de ocupação dos voos em 6,3 pontos, para 61%.
Para o conjunto das operações domésticas e internacionais, o crescimento da procura em Agosto foi de 6,9% e a taxa de ocupação melhora 1,4 pontos, para 59%.
Esta evolução para o conjunto das operações é marcada pela queda do tráfego internacional em 60,7%, que reflecte o abandono pela GOL de rotas intercontinentais.
Ainda assim, os dados mostram que a queda do tráfego é maior do que a redução de capacidade, levando a uma queda da taxa de ocupação em 24,3 pontos, para 44,3%.
No conjunto das operações, a GOL tem ainda assim um aumento médio de capacidade em 4,2% no mês de Agosto, porque nos voos domésticos colocou mais 15,6% de RPK que no ano passado.
A Administração da GOL, ao comentar a evolução do tráfego em Agosto, atribuiu o crescimento ao “aumento e optimização da distribuição da oferta de assentos com foco no mercado doméstico, devido a fusão das operações GOL e VRG no 4T08”, ao “aumento da frota de aeronaves da família B737”, à “recuperação dos yields e redução das promoções, uma vez que o mês de Agosto, o segmento de passageiros de negócios volta ser predominante após o encerramento da temporada de férias de Julho”, bem como à “continuidade do projecto de revitalização do SMILES”.
A informação da GOL diz ainda que o yield líquido médio (receita por RPK) do mês de Agosto ficou acima do mês de Julho, acima dos 19,43 centavos do real registados no segundo trimestre de 2008, mas abaixo dos 21,93 centavos registados no primeiro trimestre de 2008.
Fonte: PressTur
sábado, 5 de setembro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Duas novas companhias aéreas brasileiras devem começar a voar neste ano
Duas novas empresas aéreas nacionais devem começar a operar ainda este ano, comprovando que o aumento do número de brasileiros que usam o transporte aéreo continua estimulando o surgimento de novas companhias nacionais. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o volume de passageiros transportados em voos domésticos entre janeiro e julho deste ano cresceu 6,57% em comparação ao mesmo período de 2008.
A Anac aprovou, na última terça-feira, a concessão operacional que autoriza a Sol Linhas Aéreas, de Cascavel (PR), a operar voos domésticos regulares de passageiros, carga e mala postal. Uma segunda empresa, a Noar (Nordeste Aviação Regional Linhas Aéreas), também já obteve a autorização de funcionamento jurídico, restando-lhe agora cumprir as exigências necessárias à obtenção do Cheta (Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo) para poder começar a funcionar.
Embora o contrato de concessão que permitirá a Sol pedir rotas e horários de voos e começar a vender passagens ainda não tenha sido assinado, a empresa já anuncia em seu site que começará a voar ainda este mês. Para isso, funcionários foram contratados e treinados e um dos primeiros cinco aviões da frota da companhia já se encontra no hangar da empresa.
Inicialmente, a companhia planeja fazer a rota que atenderá as cidades paranaenses de Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu e Maringá. Na sequência, a empresa pretende estender o atendimento a outras cidades do estado, além de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul, de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do Paraguai.
Segundo a Anac, nos últimos cinco anos, outras nove novas empresas receberam concessões para operar voos domésticos regulares de passageiros, cargas e malas postais. A última delas havia sido a Azul, que começou a operar em dezembro de 2008. Outras duas companhias foram autorizadas a transportar apenas cargas e malas postais.
No mesmo período (2004/2009), quatro empresas perderam suas concessões operacionais por diferentes razões: Vasp, Varig, Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas.
Fonte: Jornal de Turismo
A Anac aprovou, na última terça-feira, a concessão operacional que autoriza a Sol Linhas Aéreas, de Cascavel (PR), a operar voos domésticos regulares de passageiros, carga e mala postal. Uma segunda empresa, a Noar (Nordeste Aviação Regional Linhas Aéreas), também já obteve a autorização de funcionamento jurídico, restando-lhe agora cumprir as exigências necessárias à obtenção do Cheta (Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo) para poder começar a funcionar.
Embora o contrato de concessão que permitirá a Sol pedir rotas e horários de voos e começar a vender passagens ainda não tenha sido assinado, a empresa já anuncia em seu site que começará a voar ainda este mês. Para isso, funcionários foram contratados e treinados e um dos primeiros cinco aviões da frota da companhia já se encontra no hangar da empresa.
Inicialmente, a companhia planeja fazer a rota que atenderá as cidades paranaenses de Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu e Maringá. Na sequência, a empresa pretende estender o atendimento a outras cidades do estado, além de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul, de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do Paraguai.
Segundo a Anac, nos últimos cinco anos, outras nove novas empresas receberam concessões para operar voos domésticos regulares de passageiros, cargas e malas postais. A última delas havia sido a Azul, que começou a operar em dezembro de 2008. Outras duas companhias foram autorizadas a transportar apenas cargas e malas postais.
No mesmo período (2004/2009), quatro empresas perderam suas concessões operacionais por diferentes razões: Vasp, Varig, Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas.
Fonte: Jornal de Turismo
Safra 2009 apresenta vinhos com grande distinção de estilos
A degustação de seleção dos 308 amostras inscritas na 17ª Avaliação Nacional de Vinhos nem encerrou ainda e já mostra que a Safra 2009 se caracteriza por apresentar vinhos de grande variabilidade de características. A constatação vem sendo feita por enólogos de todas as regiões do país. Eles estarão analisando os vinhos até o próximo dia 4 de setembro no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho.
Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE) – entidade promotora do evento -, Christian Bernardi, esta marcante distinção de estilos possivelmente está relacionada ao clima e as condições de cada região produtora. “Esta variação, aparente em todos os tipos de vinhos, é ainda mais explícita nos tintos”, comenta. Ele ressalta, ainda, que o grande destaque em termos de harmonia e potencial de qualidade é para os vinhos brancos, em especial os base para espumantes.
A nitidez presente nos vinhos analisados permite verificar o aprimoramento enológico no processo de elaboração da bebida. Esta constatação reflete os investimentos que as vinícolas, de uma forma, vêm fazendo nos últimos anos.
Todas estas características poderão ser conferidas por um público de 700 apreciadores no dia 26 de setembro no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Na oportunidade, serão divulgados os 93 vinhos que integram a lista dos 30% representativos da Safra 2009, além de serem degustados os 16 selecionados para o momento. Interessados em participar poderão efetuar sua inscrição a partir do dia 17 de agosto, através do site www.enologia.org.br.
Fonte:conceito.com
Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE) – entidade promotora do evento -, Christian Bernardi, esta marcante distinção de estilos possivelmente está relacionada ao clima e as condições de cada região produtora. “Esta variação, aparente em todos os tipos de vinhos, é ainda mais explícita nos tintos”, comenta. Ele ressalta, ainda, que o grande destaque em termos de harmonia e potencial de qualidade é para os vinhos brancos, em especial os base para espumantes.
A nitidez presente nos vinhos analisados permite verificar o aprimoramento enológico no processo de elaboração da bebida. Esta constatação reflete os investimentos que as vinícolas, de uma forma, vêm fazendo nos últimos anos.
Todas estas características poderão ser conferidas por um público de 700 apreciadores no dia 26 de setembro no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Na oportunidade, serão divulgados os 93 vinhos que integram a lista dos 30% representativos da Safra 2009, além de serem degustados os 16 selecionados para o momento. Interessados em participar poderão efetuar sua inscrição a partir do dia 17 de agosto, através do site www.enologia.org.br.
Fonte:conceito.com
OPERADORES ESTRANGEIROS CHEGAM À BAHIA PARA CONHECER DESTINOS DE ECOTURISMO E AVENTURA
Caravana divulga Itacaré, Península do Maraú, Trancoso e Chapada Diamantina para o mercado internacional de Ecoturismo e Aventura. Depois da viagem, operadores turísticos participam do maior encontro do segmento da América Latina, que acontece em São Paulo, de 10 a 13/09
Apresentar as belezas naturais e culturais do estado da Bahia para operadores internacionais e divulgar o destino como atração de Ecoturismo e Aventura. Este é o objetivo do Ministério do Turismo, que por meio da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), traz profissionais estrangeiros de turismo para conhecer os cenários baianos até o dia 10 de setembro.
Serão seis dias de passeios por ambientes paradisíacos em Salvador, Itacaré, Península do Maraú, Trancoso e Chapada Diamantina. Além da caravana para a Bahia, a Embratur enviará operadores estrangeiros para conhecer outros destinos brasileiros como a Chapada dos Veadeiros, Pantanal, Bonito, Jalapão, Amazônia, Santa Catarina, Costa do Paraná, Litoral do Rio de Janeiro e São Paulo, Fernando de Noronha e Lençóis Maranhenses.
As viagens fazem parte de uma série de ações da Embratur para promover o segmento de Ecoturismo e Aventura no mercado internacional. Elas têm formato de uma viagem de familiarização para apresentar as belezas naturais e as manifestações culturais do Brasil.
Fonte: Ascom MTur
Apresentar as belezas naturais e culturais do estado da Bahia para operadores internacionais e divulgar o destino como atração de Ecoturismo e Aventura. Este é o objetivo do Ministério do Turismo, que por meio da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), traz profissionais estrangeiros de turismo para conhecer os cenários baianos até o dia 10 de setembro.
Serão seis dias de passeios por ambientes paradisíacos em Salvador, Itacaré, Península do Maraú, Trancoso e Chapada Diamantina. Além da caravana para a Bahia, a Embratur enviará operadores estrangeiros para conhecer outros destinos brasileiros como a Chapada dos Veadeiros, Pantanal, Bonito, Jalapão, Amazônia, Santa Catarina, Costa do Paraná, Litoral do Rio de Janeiro e São Paulo, Fernando de Noronha e Lençóis Maranhenses.
As viagens fazem parte de uma série de ações da Embratur para promover o segmento de Ecoturismo e Aventura no mercado internacional. Elas têm formato de uma viagem de familiarização para apresentar as belezas naturais e as manifestações culturais do Brasil.
Fonte: Ascom MTur
Coletiva de Imprensa sobre as obras no CCB
Amanhã, dia 02 de setembro, quarta-feira, às 11 horas, o secretário de Turismo Domingos Leonelli e a presidente da Bahiatursa, Emília Salvador Silva, recebem a imprensa para uma entrevista coletiva sobre as obras que estão sendo realizadas no Centro de Convenções da Bahia – CCB. A primeira etapa do trabalho, onde estão sendo investidos R$4 milhões de reais, já está em fase de conclusão. Após as exposições, será realizada uma visita técnica às obras.
O Centro de Convenções da Bahia é resultado de um convênio de cooperação Técnico-Financeira firmado em 1º de julho de 1976 entre a Empresa Brasileira de Turismo - EMBRATUR e a Empresa de Turismo da Bahia S/A – BAHIATURSA, com interveniência do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria da Indústria e Comércio.
O CCB foi projetado pelo Escritório de arquitetura MM Roberto (RJ) e desenvolvido pelos Arquitetos Fernando Franklin, Fernando Peixoto e Oton Gomes, com o objetivo de da realização simultânea de feiras, exposições, seminários, simpósios e congressos de pequeno, médio e grande porte.
Principal equipamento regulador do fluxo turístico no período de baixa estação da cidade, o Centro funciona como instrumento redutor da sazonalidade turística. Hoje, o Centro de Convenções se firma como umas das principais e mais interessantes opções para a realização de congressos, conferências, feiras e exposições, encontros e jornadas nacionais e internacionais de todos os portes. Desde a sua inauguração, em março de 1979, o CCB encontrou uma linha de atuação suficientemente eclética para o seu funcionamento, abrigando e garantindo o êxito dos mais variados eventos.
O prédio do CCB e Pavilhão de Feiras ocupam 17,09 % de uma área total de aproximadamente 155 mil metros quadrados. A área total construída é de aproximadamente 54 mil metros quadrados, sendo o restante ocupado por áreas verdes, estacionamentos, acessos e muito espaço para exposições externas, distribuídas em 8 níveis denominados de acordo com suas respectivas alturas em relação ao nível do mar, ligados por elevadores e escadas rolantes.
A manutenção do CCB é feita por técnicos de empresas terceirizadas que trabalham diariamente no Centro.
Contatos:
Departamento de Comunicação da Bahiatursa :
O Centro de Convenções da Bahia é resultado de um convênio de cooperação Técnico-Financeira firmado em 1º de julho de 1976 entre a Empresa Brasileira de Turismo - EMBRATUR e a Empresa de Turismo da Bahia S/A – BAHIATURSA, com interveniência do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria da Indústria e Comércio.
O CCB foi projetado pelo Escritório de arquitetura MM Roberto (RJ) e desenvolvido pelos Arquitetos Fernando Franklin, Fernando Peixoto e Oton Gomes, com o objetivo de da realização simultânea de feiras, exposições, seminários, simpósios e congressos de pequeno, médio e grande porte.
Principal equipamento regulador do fluxo turístico no período de baixa estação da cidade, o Centro funciona como instrumento redutor da sazonalidade turística. Hoje, o Centro de Convenções se firma como umas das principais e mais interessantes opções para a realização de congressos, conferências, feiras e exposições, encontros e jornadas nacionais e internacionais de todos os portes. Desde a sua inauguração, em março de 1979, o CCB encontrou uma linha de atuação suficientemente eclética para o seu funcionamento, abrigando e garantindo o êxito dos mais variados eventos.
O prédio do CCB e Pavilhão de Feiras ocupam 17,09 % de uma área total de aproximadamente 155 mil metros quadrados. A área total construída é de aproximadamente 54 mil metros quadrados, sendo o restante ocupado por áreas verdes, estacionamentos, acessos e muito espaço para exposições externas, distribuídas em 8 níveis denominados de acordo com suas respectivas alturas em relação ao nível do mar, ligados por elevadores e escadas rolantes.
A manutenção do CCB é feita por técnicos de empresas terceirizadas que trabalham diariamente no Centro.
Contatos:
Departamento de Comunicação da Bahiatursa :
Las ciudades del norte de España cambian siderurgia y minería por turismo
Bilbao, Avilés, Gijón, Vigo… ciudades industriales de la Cornisa Cantábrica que antaño vivieron de la siderurgia, la pesca o la minería buscan reanimar su economía apoyándose en el turismo y los servicios. La conexión público-privada es clave en estos procesos de metamorfosis.
La Ría de Bilbao: de antiguo vertedero a nuevo eje turístico
En Bilbao, el único vestigio que queda de su pasado industrial son un par de reliquias en forma de grúas portuarias junto al Museo Ría de Bilbao. Al igual que la capital vizcaína otras ciudades del litoral norte, afectadas por las diferentes crisis económicas que sacudieron el país en el último cuarto del pasado siglo, han apostado por un mismo lema: reconvertirse o morir. Y en este sentido, el turismo les ha permitido reinventarse.
Aunque en la actualidad algunas ciudades de la cornisa cantábrica aún languidecen, otras se han movido rápido. Así, han puesto en valor sus recursos turísticos (escondidos entre el humo de chimeneas y nunca comercializados) para hacer realidad proyectos de ciudad, en las antípodas de lo que fue su anterior modelo económico.
Museos, gastronomía o nuevas miradas hacia el mar han sido iniciativas que han permitido revitalizar economías locales en números rojos y competir con otros destinos turísticos, a los que hace diez años se observaba con incredulidad.
Bilbao
El caso bilbaíno es paradigmático de lo que se puede llegar a hacer. En 1997 (un año antes de la apertura del museo diseñado por Frank Ghery) el número de viajeros que aterrizaron en Bilbao fue de 267.000. El año pasado se contabilizaron 604.000 turistas, con un total de 1,11 millones de pernoctaciones.
Los establecimientos hoteleros crecieron en paralelo al aluvión turístico. Nombres clásicos de la hotelería de la capital (el Carlton, el Ercilla o el Villa de Bilbao), ahora compiten con grandes marcas internacionales.
Avilés
Vinculada desde siempre a la siderurgia, esta villa asturiana ha pasado por una serie de calamidades que la postergaron al olvido. Sin embargo, dos proyectos se van a erigir en artífices de su metamorfosis. El Centro Cultural Óscar Niemeyer y la Isla de la Innovación serán los dos revulsivos de esta ciudad", apunta Javier Arribas, director de Turismo de Avilés.
Mientras que el centro cultural se convertirá en punto de conexión "entre la ría y el casco histórico de la ciudad" (su inauguración está prevista para 2010), el segundo proyecto va más allá y se marca como objetivo "la transformación de la ciudad", enfatiza Arribas.
Gijón
Una veintena de kilómetros separan Avilés de Gijón, una ciudad que se ha reforzado turísticamente con atractivos que han jugado a lo seguro. Desde el Acuario hasta la apuesta más sugerente: Laboral Ciudad Cultura, sede de la antigua Universidad Laboral. Este lugar alberga ahora el Centro de Arte y Creación Industrial, un espacio para el intercambio entre arte, diseño, industria y desarrollo económico.
Además esta ciudad supo aunar complicidades y crear una nueva estructura para la gestión del destino: la Sociedad Mixta de Turismo de Gijón.
Vigo
La ciudad más grande de Galicia ha vivido con la mirada puesta siempre en el puerto pesquero de O Berbés, pero la dársena para trasatlánticos ha contribuido ahora a dinamizar de la ciudad, gracias al turismo de cruceros. Otro proyecto complementario ha sido el Museo de Arte Contemporáneo de Vigo, el Marco, abierto en 2002.
En paralelo se ha producido la apertura de nuevos hoteles: AC o NH fueron algunas de las cadenas que vieron en el área del puerto deportivo y el Náutico vigués la mejor zona para expandirse por un mercado casi virgen.
Desde el Ayuntamiento se aspira a materializar el Plan Nouvel, un proyecto de reordenación del área portuaria, que supondría ampliar el muelle de trasatlánticos y la construcción de una torre-hotel en forma de menhir
Ferrol
La otra cara de la moneda la representa la ciudad de Ferrol, castigada duramente por las crisis navales de los setenta y ochenta. A diferencia de los ejemplos anteriores, Ferrol no ha encontrado aún su camino alternativo.
La puesta en marcha del Plan de Dinamización Turística y el acuerdo alcanzado con Feve para recorrer en tren algunos de los parajes más hermosos del litoral norte constituyen las dos únicas iniciativas de cambio en una ciudad que lucha por salir del olvido.
Fonte:hosteltur
La Ría de Bilbao: de antiguo vertedero a nuevo eje turístico
En Bilbao, el único vestigio que queda de su pasado industrial son un par de reliquias en forma de grúas portuarias junto al Museo Ría de Bilbao. Al igual que la capital vizcaína otras ciudades del litoral norte, afectadas por las diferentes crisis económicas que sacudieron el país en el último cuarto del pasado siglo, han apostado por un mismo lema: reconvertirse o morir. Y en este sentido, el turismo les ha permitido reinventarse.
Aunque en la actualidad algunas ciudades de la cornisa cantábrica aún languidecen, otras se han movido rápido. Así, han puesto en valor sus recursos turísticos (escondidos entre el humo de chimeneas y nunca comercializados) para hacer realidad proyectos de ciudad, en las antípodas de lo que fue su anterior modelo económico.
Museos, gastronomía o nuevas miradas hacia el mar han sido iniciativas que han permitido revitalizar economías locales en números rojos y competir con otros destinos turísticos, a los que hace diez años se observaba con incredulidad.
Bilbao
El caso bilbaíno es paradigmático de lo que se puede llegar a hacer. En 1997 (un año antes de la apertura del museo diseñado por Frank Ghery) el número de viajeros que aterrizaron en Bilbao fue de 267.000. El año pasado se contabilizaron 604.000 turistas, con un total de 1,11 millones de pernoctaciones.
Los establecimientos hoteleros crecieron en paralelo al aluvión turístico. Nombres clásicos de la hotelería de la capital (el Carlton, el Ercilla o el Villa de Bilbao), ahora compiten con grandes marcas internacionales.
Avilés
Vinculada desde siempre a la siderurgia, esta villa asturiana ha pasado por una serie de calamidades que la postergaron al olvido. Sin embargo, dos proyectos se van a erigir en artífices de su metamorfosis. El Centro Cultural Óscar Niemeyer y la Isla de la Innovación serán los dos revulsivos de esta ciudad", apunta Javier Arribas, director de Turismo de Avilés.
Mientras que el centro cultural se convertirá en punto de conexión "entre la ría y el casco histórico de la ciudad" (su inauguración está prevista para 2010), el segundo proyecto va más allá y se marca como objetivo "la transformación de la ciudad", enfatiza Arribas.
Gijón
Una veintena de kilómetros separan Avilés de Gijón, una ciudad que se ha reforzado turísticamente con atractivos que han jugado a lo seguro. Desde el Acuario hasta la apuesta más sugerente: Laboral Ciudad Cultura, sede de la antigua Universidad Laboral. Este lugar alberga ahora el Centro de Arte y Creación Industrial, un espacio para el intercambio entre arte, diseño, industria y desarrollo económico.
Además esta ciudad supo aunar complicidades y crear una nueva estructura para la gestión del destino: la Sociedad Mixta de Turismo de Gijón.
Vigo
La ciudad más grande de Galicia ha vivido con la mirada puesta siempre en el puerto pesquero de O Berbés, pero la dársena para trasatlánticos ha contribuido ahora a dinamizar de la ciudad, gracias al turismo de cruceros. Otro proyecto complementario ha sido el Museo de Arte Contemporáneo de Vigo, el Marco, abierto en 2002.
En paralelo se ha producido la apertura de nuevos hoteles: AC o NH fueron algunas de las cadenas que vieron en el área del puerto deportivo y el Náutico vigués la mejor zona para expandirse por un mercado casi virgen.
Desde el Ayuntamiento se aspira a materializar el Plan Nouvel, un proyecto de reordenación del área portuaria, que supondría ampliar el muelle de trasatlánticos y la construcción de una torre-hotel en forma de menhir
Ferrol
La otra cara de la moneda la representa la ciudad de Ferrol, castigada duramente por las crisis navales de los setenta y ochenta. A diferencia de los ejemplos anteriores, Ferrol no ha encontrado aún su camino alternativo.
La puesta en marcha del Plan de Dinamización Turística y el acuerdo alcanzado con Feve para recorrer en tren algunos de los parajes más hermosos del litoral norte constituyen las dos únicas iniciativas de cambio en una ciudad que lucha por salir del olvido.
Fonte:hosteltur
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