sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
BNTM em Abril
A Secretaria do Turismo do Ceará apresenta hoje oficialmente da 18ª edição da BNTM - Brazil National Tourism Mart, que vai decorrer entre 23 e 26 de Abril de 2009, em Fortaleza. A organização estima uma participação de “600 operadores internacionais, os buyers, cerca de 43% a mais do que o ano passado e 300 fornecedores do mercado nacional como hotéis, operadoras, locadoras e agências de viagens, os suppliers”. A BNTM 2009 prevê também a realização de 6 mil reuniões de negócios.Bismarck Maia, secretário de Turismo do Ceará, revela-se “entusiasmado com a realização do evento considerado de maior geração de negócios do Brasil”, esperando que a 18ª edição da BNTM seja “a maior e melhor de todas, sobretudo para manter a espiral de crescimento e de aprovação dos participantes”.
A 18ª BNTM tem o apoio do Ministério do Turismo / Embratur e patrocínio: Infraero, Sebrae, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Chesf e as companhias aéreas TAP, TAM, Gol/Varig, Ocean Air, Webjet e TAF.
A 18ª BNTM tem o apoio do Ministério do Turismo / Embratur e patrocínio: Infraero, Sebrae, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Chesf e as companhias aéreas TAP, TAM, Gol/Varig, Ocean Air, Webjet e TAF.
Tívoli Praia do Forte recebe prémio
“Este prémio é o reconhecimento da dedicação de nossos colaboradores, que sempre atendem com um sorriso no rosto, representando o melhor da hospitalidade baiana e da eficiência Tivoli”, comenta Bernard Mercier, director de operações do grupo no Brasil, sobre a distinção do Tivoli Ecoresort Praia do Forte no Travelers Choice 2009 da Trip Advisor.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Bonito cada dia mais Bonito

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Festa de Iemanjá
A capital baiana, Salvador, vive hoje uma das suas festividades mais carismáticas, a Festa de Iemanjá, que reúne devotos da “Rainha das Águas” e cada vez mais turistas atraídos ao bairro do Rio Vermelho pela singularidade do evento.

Uma informação da Bahiatursa, empresa de promoção turística da Bahia, indica que os festejos se iniciam pelas 5h00 (locais), assinalados por Alvorada com Fogos e “pescadores e fiéis preparando as oferendas para a grande festa”.
Pelas 16h00, ocorre o cortejo principal, formado por barcos que rumam ao mar, “levando os presentes — perfumes, sabonetes, águas de cheiro, flores... — para Iemanjá”, tendo à frente o saveiro que leva “o presente principal dos pescadores, que pedem águas tranquilas e melhores pescarias”, seguido por embarcações que levam “outros balaios”.
“O cortejo toma conta do Rio Vermelho ao som de batucadas e apresentações de artistas locais em "arrastões" pelas ruas, nos palcos montados nas esquinas e por muitas casas do bairro. Barracas enfeitadas comercializam quitutes regionais e pratos tradicionais como a feijoada e o mocotó, bebidas e drinks variados, além das baianas de acarajé e ambulantes munidos de isopor com cerveja. Os festejos seguem animados noite adentro. Os grandes hotéis do bairro também participam da folia, com festas privadas ao som das estrelas da música baiana e regados ao tempero das chamadas Feijoadas VIP”, diz a descrição da Bahiatursa, que refere ainda que “conta a lenda que, se a Mãe d’Água não aceitar as oferendas, os balaios flutuam, o que é mau sinal”.
A informação assinala que o culto a Iemanjá foi levado para a Bahia pelos escravos africanos no século XVI e “ganhou força entre os negros que sobreviviam como pescadores no litoral da Bahia”.
“A devoção masculina foi seguida por suas esposas, que, durante as tempestades, corriam para a praia pedindo à orixá que não levasse seus maridos para o seu reino das águas”, acrescenta a informação, na qual se refere que a santa, que no catolicismo a santa é representada por Nossa Senhora da Conceição, é objecto de culto por parte dos “soteropolitanos (naturais de Salvador) “e reina absoluta no bairro do Rio Vermelho. Odô Yá, Iemanjá!”.
Uma informação da Bahiatursa, empresa de promoção turística da Bahia, indica que os festejos se iniciam pelas 5h00 (locais), assinalados por Alvorada com Fogos e “pescadores e fiéis preparando as oferendas para a grande festa”.
Pelas 16h00, ocorre o cortejo principal, formado por barcos que rumam ao mar, “levando os presentes — perfumes, sabonetes, águas de cheiro, flores... — para Iemanjá”, tendo à frente o saveiro que leva “o presente principal dos pescadores, que pedem águas tranquilas e melhores pescarias”, seguido por embarcações que levam “outros balaios”.
“O cortejo toma conta do Rio Vermelho ao som de batucadas e apresentações de artistas locais em "arrastões" pelas ruas, nos palcos montados nas esquinas e por muitas casas do bairro. Barracas enfeitadas comercializam quitutes regionais e pratos tradicionais como a feijoada e o mocotó, bebidas e drinks variados, além das baianas de acarajé e ambulantes munidos de isopor com cerveja. Os festejos seguem animados noite adentro. Os grandes hotéis do bairro também participam da folia, com festas privadas ao som das estrelas da música baiana e regados ao tempero das chamadas Feijoadas VIP”, diz a descrição da Bahiatursa, que refere ainda que “conta a lenda que, se a Mãe d’Água não aceitar as oferendas, os balaios flutuam, o que é mau sinal”.
A informação assinala que o culto a Iemanjá foi levado para a Bahia pelos escravos africanos no século XVI e “ganhou força entre os negros que sobreviviam como pescadores no litoral da Bahia”.
“A devoção masculina foi seguida por suas esposas, que, durante as tempestades, corriam para a praia pedindo à orixá que não levasse seus maridos para o seu reino das águas”, acrescenta a informação, na qual se refere que a santa, que no catolicismo a santa é representada por Nossa Senhora da Conceição, é objecto de culto por parte dos “soteropolitanos (naturais de Salvador) “e reina absoluta no bairro do Rio Vermelho. Odô Yá, Iemanjá!”.
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