A empresa de consultoria e auditoria Deloitte acaba de divulgar os resultados da sexta pesquisa Global Performance Review 2008. Os dados levantados mostram queda na indústria de turismo e hotelaria em comparação a 2007. Apesar de crescimento superior a 5% no primeiro semestre do ano passado, a recessão fez com que o mercado internacional sofresse retração. No geral, o setor cresceu 2%, porcentagem abaixo dos 7% de incremento de 2007.
Os Estados Unidos fecharam 2008 com queda de 1,6%, enquanto a Ásia e a Europa viram crescimento de menos de 2%. Já a América Central, a América do Sul e o Oriente Médio tiveram incremento entre 14% e 18%. Estes números mostram a diminuição de desembarques de estrangeiros e afeta o desempenho hoteleiro nos mercados mais desenvolvidos.
Analistas acreditam que 2009 será um ano de desafios, já que a tendência é que a quantidade de desembarques mantenha-se estagnada. A indústria hoteleira focará sua atenção na questão custo-benefício e manutenção do caixa.
As capitais que tiveram melhor desempenho na pesquisa são Nova York, Abu Dhabi, Londres, Dubai, Paris e Tel Aviv. Perth, na Austrália, foi a cidade que registrou a taxa de ocupação mais alta (82,4%), enquanto Moscou, na Rússia, foi a com maior taxa média de quartos (374, aumento de 13,5% em relação a 2007).
Confira os números e as expectativas ao redor do mundo.
Brasil
No Brasil, o Rio de Janeiro teve queda no RevPar de 0,6% em relação a 2007, fechando 2008 com U$ 103. Em contrapartida, São Paulo, por meio do turismo de negócios, em alta durante todo o ano, registrou aumento de 3% na taxa de ocupação em comparação ao ano anterior, ajudando para que seu RevPar crescesse 20,4%.
Ásia
A noite de abertura dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Pequim impulsionou taxa de ocupação com incremento de 450%. A China foi o país mais visitado, após França, Espanha e Estados Unidos, faturando US$ 169,5 bilhões em 2008.
Oriente Médio
O turismo do Oriente Médio continua crescendo em ritmo mais acelerado que nas outras regiões do globo. O número de visitantes aumentou 11,4%, totalizando cerca de 52,9 milhões de pessoas. Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, teve incremento na RevPar em torno de 46% e na taxa de ocupação de 81,5%.
Já Dubai registrou perda de 1% na RevPar no último ano, contrastando com o grande crescimento obtido em 2007, que foi na ordem de 16,4%.
América Latina
O World Travel & Tourism Concil estima que o setor de turismo já representa 6,8% do PIB da América Latina e deve crescer 7,4% nos próximos dez anos, gerando aumento de 0,5% no número de empregos no setor.
A América Central mostrou incremento de 7,9%, assim como a América do Sul (5,9%), aumentando a RevPar para 14,5% em 2008, o segundo maior crescimento de todas as regiões do planeta.
Europa
O continente europeu foi responsável por 53% dos destinos de turistas internacionais, que totalizam cerca de 489 milhões de visitantes.
A taxa de RevPar oscilou em torno de 10% e média dos quartos teve ligeira subida. Por outro lado, a ocupação registrou queda.
A Itália possui os quartos de hotel mais caros do mundo. Quatro cidades italianas estão presentes no ranking das 20 mais onerosas: Veneza (oitavo lugar), Milão (13º), Roma (15º) e Florença (17º).
Moscou foi considerada o local com quarto mais caro do mundo e ficou em primeiro lugar no quesito RevPar.
Estados Unidos
Apesar do forte efeito da crise mundial, o número de visitantes recebidos pelos Estados Unidos cresceu 3,2%, ou seja, cerca de 98 milhões de pessoas. Porém o país fecha 2008 com queda de 1,6% no setor.
(Ana Lucia Silva)
Serviço
www.deloitte.com
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Investimentos internacionais são adiados no Nordeste
A crise econômica mundial obrigou estrangeiros que investem em projetos de turismo no Nordeste a mudar o planejamento de seus negócios.
No Rio Grande do Norte e na Bahia, portugueses e espanhóis que projetam condomínios de luxo voltados a europeus decidiram agora focar também o público brasileiro.
Segundo a Adit (Associação de Desenvolvimento Imobiliário e Turístico), que reúne os empresários do setor de construção – de hotéis a construtoras, passando por imobiliárias –, a tática vem se repetindo em todos os grandes empreendimentos estrangeiros na região Nordeste.
Com isso, a crise internacional, que se agravou justamente a partir do setor imobiliário, deve retardar a ambição do setor turístico local de transformar o Nordeste do país em território de "segundas residências" de famílias de alto poder aquisitivo da Europa.
De acordo com o governo do Rio Grande do Norte, os empreendimentos turísticos no Estado devem sofrer atraso de 12 a 18 meses por conta da situação econômica mundial.
Um dos empreendimentos é o Cabo São Roque, previsto para ter mais de 1.300 casas e hotéis de luxo. O jogador inglês David Beckham, atualmente no Milan, da Itália, terá um centro de treinamento no local e veio ao Estado no ano passado para promover o projeto. A administração do resort não respondeu a e-mail da reportagem.
Outro megaempreendimento, o Grand Natal Golf, teve que fazer repentinamente um estudo sobre o cliente nacional para compensar a perda de compradores estrangeiros.
O resort, projetado para ter até 35 mil casas, é de um grupo espanhol e foi promovido pelo ator Antonio Banderas. Airton Nelson, da representação do projeto no Brasil, diz que a empresa terá dificuldades porque não conhece "100%" o público brasileiro. Devido à crise, os empreendedores desistiram de divulgar os projetos neste ano na feira imobiliária de Madri, segundo o governo potiguar.
Na Bahia, os portugueses do Reta Atlântico decidiram adiar por alguns meses o lançamento de uma das fases do resort Reserva Imbassaí, em Mata de São João (67 km de Salvador), devido a um "ambiente psicológico não favorável". Também resolveram fazer imóveis menores e mais baratos para atrair compradores brasileiros.
Segundo o português Pedro Dias, o grupo já tinha percebido o desaquecimento do mercado europeu antes de a crise se acentuar, no segundo semestre de 2008.
Os imóveis da primeira fase no Reserva Imbassaí tinham preço médio de R$ 1 milhão. Os da segunda sairão em média por R$ 200 mil.
O grupo espanhol Qualtas ainda aguarda licenças ambientais para o resort The Reef Club, em Pernambuco, e cogita adiar o lançamento. A empresa diz que precisará "avaliar as condições de mercado".
Para a economia local do Rio Grande do Norte, as dificuldades do setor frustraram a expectativa de um rápido aquecimento na construção civil e no turismo.
A ideia de implantar um voo fixo Madri-Natal também acabou adiada, diz a Secretaria do Turismo do Estado.
Para Felipe Cavalcante, presidente da Adit Nordeste, os grupos europeus vão ter dificuldade em vender seus produtos imobiliários para o consumidor local.
"O brasileiro, de maneira geral, não quer comprar uma casa a 100 km de uma capital, onde não tem nada. Ele quer ficar onde existe movimento, onde há vida noturna."
Fonte: Tribuna da Bahia
No Rio Grande do Norte e na Bahia, portugueses e espanhóis que projetam condomínios de luxo voltados a europeus decidiram agora focar também o público brasileiro.
Segundo a Adit (Associação de Desenvolvimento Imobiliário e Turístico), que reúne os empresários do setor de construção – de hotéis a construtoras, passando por imobiliárias –, a tática vem se repetindo em todos os grandes empreendimentos estrangeiros na região Nordeste.
Com isso, a crise internacional, que se agravou justamente a partir do setor imobiliário, deve retardar a ambição do setor turístico local de transformar o Nordeste do país em território de "segundas residências" de famílias de alto poder aquisitivo da Europa.
De acordo com o governo do Rio Grande do Norte, os empreendimentos turísticos no Estado devem sofrer atraso de 12 a 18 meses por conta da situação econômica mundial.
Um dos empreendimentos é o Cabo São Roque, previsto para ter mais de 1.300 casas e hotéis de luxo. O jogador inglês David Beckham, atualmente no Milan, da Itália, terá um centro de treinamento no local e veio ao Estado no ano passado para promover o projeto. A administração do resort não respondeu a e-mail da reportagem.
Outro megaempreendimento, o Grand Natal Golf, teve que fazer repentinamente um estudo sobre o cliente nacional para compensar a perda de compradores estrangeiros.
O resort, projetado para ter até 35 mil casas, é de um grupo espanhol e foi promovido pelo ator Antonio Banderas. Airton Nelson, da representação do projeto no Brasil, diz que a empresa terá dificuldades porque não conhece "100%" o público brasileiro. Devido à crise, os empreendedores desistiram de divulgar os projetos neste ano na feira imobiliária de Madri, segundo o governo potiguar.
Na Bahia, os portugueses do Reta Atlântico decidiram adiar por alguns meses o lançamento de uma das fases do resort Reserva Imbassaí, em Mata de São João (67 km de Salvador), devido a um "ambiente psicológico não favorável". Também resolveram fazer imóveis menores e mais baratos para atrair compradores brasileiros.
Segundo o português Pedro Dias, o grupo já tinha percebido o desaquecimento do mercado europeu antes de a crise se acentuar, no segundo semestre de 2008.
Os imóveis da primeira fase no Reserva Imbassaí tinham preço médio de R$ 1 milhão. Os da segunda sairão em média por R$ 200 mil.
O grupo espanhol Qualtas ainda aguarda licenças ambientais para o resort The Reef Club, em Pernambuco, e cogita adiar o lançamento. A empresa diz que precisará "avaliar as condições de mercado".
Para a economia local do Rio Grande do Norte, as dificuldades do setor frustraram a expectativa de um rápido aquecimento na construção civil e no turismo.
A ideia de implantar um voo fixo Madri-Natal também acabou adiada, diz a Secretaria do Turismo do Estado.
Para Felipe Cavalcante, presidente da Adit Nordeste, os grupos europeus vão ter dificuldade em vender seus produtos imobiliários para o consumidor local.
"O brasileiro, de maneira geral, não quer comprar uma casa a 100 km de uma capital, onde não tem nada. Ele quer ficar onde existe movimento, onde há vida noturna."
Fonte: Tribuna da Bahia
terça-feira, 5 de maio de 2009
Enfim chega ao mercado o Boeing 787 Dreamliner
A Boeing anunciou que está para breve o primeiro voo da nova estrela da companhia. O 787 Dreamliner deverá cruzar os céus já no segundo semestre de 2009, dois anos depois da data prevista. O novo avião, que será mais eficiente e com maior autonomia de voo, apresenta-se como a nova arma da Boeing para liderar um mercado muito penalizado pelos preços dos combustíveis. A companhia já recebeu 886 encomendas da nova aeronave, subscritas por 57 clientes. Mesmo assim, os números não corresponderam ao esperado.
Fonte: Publituris
Fonte: Publituris
MTur adere a nova tecnologia de comunicação
O Departamento de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do Ministério do Turismo - DEAOT passou a utilizar uma das mais importantes ferramentas desenvolvidas pela empresa gaúcha, Intelly. O iSend promove o envio e gerenciamento de informativos, malas diretas e boletins, com resultados mensurados detalhadamente. A ferramenta não necessita de programas de instalação, é totalmente online, adaptado a qualquer navegador de internet. É possível acessá-lo da empresa, residência ou qualquer ponto de internet e através dele criar informativos. Uma das primeiras aplicações do produto pelo DEAOT será para divulgação do maior evento para turistas da America latina, 4º Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, que acontecerá no mês de julho em São Paulo. Recentemente a ferramenta foi utilizada para a divulgação do Encontro Nacional de Competitividade Turística, ocorrido no mês de abril, em Brasília.
A Intelly realizou um treinamento com os responsáveis da instituição, que manipularão a ferramenta, garantindo total eficiência no processo de trabalho. De acordo com o coordenador de comunicação da Intelly, Alessander Bellaver, o sistema cria um material exclusivo para os leitores cadastrados do DEAOT. O mais importante disso tudo, segundo ele, é que o iSend possui total controle dos envios. O DEAOT poderá mensurar os resultados, sabendo o número de pessoas para qual o material foi enviado, quantas leram quantas clicaram em mensagens, entre outras informações, medindo detalhadamente os esforços de marketing que a instituição vislumbra.
"O iSend torna-se uma ferramenta ainda mais competitiva no mercado porque trabalha de acordo com as necessidades do cliente, acompanhando diretamente o impacto que o produto tem na estratégia da empresa que adquiriu o sistema" Outras companhias como a rede de Hotéis Othon, ESPM, Wet´n Wild e Sport Club Internacional também utilizam o iSend.
Fonte: Due Company
A Intelly realizou um treinamento com os responsáveis da instituição, que manipularão a ferramenta, garantindo total eficiência no processo de trabalho. De acordo com o coordenador de comunicação da Intelly, Alessander Bellaver, o sistema cria um material exclusivo para os leitores cadastrados do DEAOT. O mais importante disso tudo, segundo ele, é que o iSend possui total controle dos envios. O DEAOT poderá mensurar os resultados, sabendo o número de pessoas para qual o material foi enviado, quantas leram quantas clicaram em mensagens, entre outras informações, medindo detalhadamente os esforços de marketing que a instituição vislumbra.
"O iSend torna-se uma ferramenta ainda mais competitiva no mercado porque trabalha de acordo com as necessidades do cliente, acompanhando diretamente o impacto que o produto tem na estratégia da empresa que adquiriu o sistema" Outras companhias como a rede de Hotéis Othon, ESPM, Wet´n Wild e Sport Club Internacional também utilizam o iSend.
Fonte: Due Company
segunda-feira, 4 de maio de 2009
A Webjet anuncia novas aeronaves e novas rotas.
Até 20 de junho, a Webjet recebe mais cinco aeronaves. Com isso a empresa está ampliando sua malha aérea. Já a partir de 11 de maio o número de voos entre Santos Dumont e Brasília passa de três a cinco diários.
No dia 22 de maio terá início a ponte aérea Santos Dumont - Guarulhos. No mesmo mês começam as operações entre Santos Dumont - Curitiba e Porto Alegre, com uma frequência diária.
Wagner Ferreira, presidente da Webjet, destacou a importancia do mercado de Brasília. "Temos voos de Brasilia para Guarulhos, Fortaleza, Salvador, Natal e Cuiabá. Já solicitamos também a autorização a Anac para operar entre Brasília e Porto Alegre". O dirigente confirmou que o trecho Rio (Santos Dumont) - Brasília começa com a tarifa promocional de R$ 167 por trecho. Ele ainda garantiu que a Webjet lança até o final do ano seu programa de relacionamento, afirmando que deseja atingir a terceira posição no mercado, operando entre 12 e 15 lugares no país.
No voo inaugural das operações no Santos Dumont, a aeronave 737-300 com 133 passageiros teve a bordo 98 convidados. Até 30 de junho será implementada a nova configuração dos aviões.
Fonte: Mercado e Eventos
No dia 22 de maio terá início a ponte aérea Santos Dumont - Guarulhos. No mesmo mês começam as operações entre Santos Dumont - Curitiba e Porto Alegre, com uma frequência diária.
Wagner Ferreira, presidente da Webjet, destacou a importancia do mercado de Brasília. "Temos voos de Brasilia para Guarulhos, Fortaleza, Salvador, Natal e Cuiabá. Já solicitamos também a autorização a Anac para operar entre Brasília e Porto Alegre". O dirigente confirmou que o trecho Rio (Santos Dumont) - Brasília começa com a tarifa promocional de R$ 167 por trecho. Ele ainda garantiu que a Webjet lança até o final do ano seu programa de relacionamento, afirmando que deseja atingir a terceira posição no mercado, operando entre 12 e 15 lugares no país.
No voo inaugural das operações no Santos Dumont, a aeronave 737-300 com 133 passageiros teve a bordo 98 convidados. Até 30 de junho será implementada a nova configuração dos aviões.
Fonte: Mercado e Eventos
Ocean Air amplia malha aérea.
A partir do dia 18 de maio, a OceanAir vai disponibilizar aos seus passageiros um total de 250 mil assentos. O aumento - de 45% em comparação com o ano passado, faz parte da nova malha aérea da empresa. Entre as novidades está a possibilidade de embarcar no Santos Dumont e pousar em Guarulhos ou Congonhas.
A nova distribuição da malha engloba cinco novos voos na ponte aérea Rio - São Paulo, dois na rota São Paulo - Porto Alegre, e um nas seguintes rotas: Chapecó - Florianópolis - Rio de Janeiro, Belo Horizonte - Rio de Janeiro; e Belo Horizonte - São Paulo. Com esta nova distribuição a OceanAir passa a operar diariamente com 30 voos do Santos Dumont e Guarulhos e 22 de Congonhas. Atuando em 20 aeroportos e 19 cidades.
De acordo com o diretor geral da OceanAir, José Efromovich, o foco da reestruturação da companhia, iniciada em junho de 2008, é o cliente. "Atualmente, atendemos cerca de 160 mil passageiros por mês. Um crescimento de 80% em relação ao ano anterior. Nossa taxa de ocupação está em 76%, a melhor do mercado doméstico. Os passageiros estão gostando de nossos serviços e estamos muito satisfeitos com os resultados", disse.
O objetivo da reestruturação, segundo o diretor executivo, Renato Pascowitch, é tornar a malha aérea da companhia mais densa para melhor atender os passageiros. Além disso, há intenção de criar novas rotas. "A ideía é criar novos destinos. Já temos dentro da empresa um estudo em andamento mas ainda é cedo para divulgar qualquer coisa", declarou.
Fonte: Mercado e Eventos
A nova distribuição da malha engloba cinco novos voos na ponte aérea Rio - São Paulo, dois na rota São Paulo - Porto Alegre, e um nas seguintes rotas: Chapecó - Florianópolis - Rio de Janeiro, Belo Horizonte - Rio de Janeiro; e Belo Horizonte - São Paulo. Com esta nova distribuição a OceanAir passa a operar diariamente com 30 voos do Santos Dumont e Guarulhos e 22 de Congonhas. Atuando em 20 aeroportos e 19 cidades.
De acordo com o diretor geral da OceanAir, José Efromovich, o foco da reestruturação da companhia, iniciada em junho de 2008, é o cliente. "Atualmente, atendemos cerca de 160 mil passageiros por mês. Um crescimento de 80% em relação ao ano anterior. Nossa taxa de ocupação está em 76%, a melhor do mercado doméstico. Os passageiros estão gostando de nossos serviços e estamos muito satisfeitos com os resultados", disse.
O objetivo da reestruturação, segundo o diretor executivo, Renato Pascowitch, é tornar a malha aérea da companhia mais densa para melhor atender os passageiros. Além disso, há intenção de criar novas rotas. "A ideía é criar novos destinos. Já temos dentro da empresa um estudo em andamento mas ainda é cedo para divulgar qualquer coisa", declarou.
Fonte: Mercado e Eventos
O Café do Brasil é reconhecido a nivel mundial.
O desempenho brasileiro foi obtido pela média das notas das 10 fazendas participantes, com destaque para a Capoeirinha, da Ipanema Coffees (84,44) e Lambari (84,31), que ficaram em 7º e 8º lugar no ranking mundial dos 10 melhores lotes de cafés
O Brasil teve a alta qualidade de seus cafés mundialmente reconhecida. Ficou em 4º lugar no campeonato Rainforest Alliance Cupping 2009, do qual participaram fazendas certificadas de 11 países. Com a pontuação global 82,42 (em uma escala de 0 a 100), o Brasil deixou para traz Colômbia, Nicarágua, Honduras, México, Panamá e Etiópia. A pontuação brasileira é apenas 1,41 abaixo do 1º colocado, a Guatemala, que teve nota global 83,83. Em 2º e 3º lugares ficaram, respectivamente, El Salvador (83,30) e Costa Rica (82,58).
O desempenho brasileiro foi obtido pela média das notas das 10 fazendas participantes, com destaque para a Capoeirinha, da Ipanema Coffees (84,44) e Lambari (84,31), que ficaram em 7º e 8º lugar no ranking mundial dos 10 melhores lotes de cafés, e para a fazenda Sete Cachoeiras Estate Coffee (83,33 - 3º lugar no ranking por país), todas do Sul de Minas Gerais.
"Essa conquista é excelente e premia os esforços pela melhoria da qualidade empreendidos em parceria pela iniciativa privada e governo", comemora Lucas Tadeu Ferreira, diretor do DECAF - Departamento do Café do Ministério da Agricultura. Para Washington Rodrigues, da Ipanema Coffees, o resultado "definitivamente põe fim ao mito, à velha idéia de que o Brasil produzia quantidade e não qualidade". Opinião compartilhada por Raymond Rebetez, da Fazenda Lambari, para quem "as notas obtidas demonstram que estamos absolutamente em linha com o que há de melhor na América Central e que podemos produzir cafés de altíssima qualidade, além de ambientalmente e socialmente sustentáveis". Para Renato Farah Brito, da Sete Cachoeiras, conquistas como essa vão efetivamente começar a mudar a visão dos compradores. "Foi uma grande surpresa", diz.
Fonte: Cozinha Profissional
O Brasil teve a alta qualidade de seus cafés mundialmente reconhecida. Ficou em 4º lugar no campeonato Rainforest Alliance Cupping 2009, do qual participaram fazendas certificadas de 11 países. Com a pontuação global 82,42 (em uma escala de 0 a 100), o Brasil deixou para traz Colômbia, Nicarágua, Honduras, México, Panamá e Etiópia. A pontuação brasileira é apenas 1,41 abaixo do 1º colocado, a Guatemala, que teve nota global 83,83. Em 2º e 3º lugares ficaram, respectivamente, El Salvador (83,30) e Costa Rica (82,58).
O desempenho brasileiro foi obtido pela média das notas das 10 fazendas participantes, com destaque para a Capoeirinha, da Ipanema Coffees (84,44) e Lambari (84,31), que ficaram em 7º e 8º lugar no ranking mundial dos 10 melhores lotes de cafés, e para a fazenda Sete Cachoeiras Estate Coffee (83,33 - 3º lugar no ranking por país), todas do Sul de Minas Gerais.
"Essa conquista é excelente e premia os esforços pela melhoria da qualidade empreendidos em parceria pela iniciativa privada e governo", comemora Lucas Tadeu Ferreira, diretor do DECAF - Departamento do Café do Ministério da Agricultura. Para Washington Rodrigues, da Ipanema Coffees, o resultado "definitivamente põe fim ao mito, à velha idéia de que o Brasil produzia quantidade e não qualidade". Opinião compartilhada por Raymond Rebetez, da Fazenda Lambari, para quem "as notas obtidas demonstram que estamos absolutamente em linha com o que há de melhor na América Central e que podemos produzir cafés de altíssima qualidade, além de ambientalmente e socialmente sustentáveis". Para Renato Farah Brito, da Sete Cachoeiras, conquistas como essa vão efetivamente começar a mudar a visão dos compradores. "Foi uma grande surpresa", diz.
Fonte: Cozinha Profissional
Assinar:
Postagens (Atom)
